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Alberto Baraya

Eu adoro qualquer coisa parcida com desenho científico, acho chic!

Bom de ver… e o  Baraya está numa exposição solo na Nara Roesler em São Paulo. (Março 2010)

SOBRE OS TRABALHOS (FONTE: SITE NARA ROESLER) : Em seu projeto Herbário de plantas artificiales, o artista decidiu adotar o papel de um naturalista botânico, parodiando seu saber e se apropriando de seus métodos, como explica o curador José Roca. “Iniciou a sua coleção de botânica artificial no Marrocos e dessa primeira expedição resultou uma série de plantas e a constatação do grau universal de penetração dessa particular natureza não natural”, comenta o curador.
O seguinte passo foi ampliar a base de coletores, espalhar a função para abranger mais territórios. Baraya imprimiu folhetos em que fornecia um endereço de correio, convidando a quem estivesse interessado a lhe enviar plantas artificiais para seu Herbário. Muitas dessas plantas foram também retiradas de restaurantes, salas e casas de conhecidos fazendo uma analogia ao ato de “colecionar” praticado pelos colonizadores.
Segundo Roca, o projeto Herbário de Plantas Artificiais teve desdobramentos que vão desde o temático até o formal, com o objetivo de analisar criticamente a figura do naturalista botânico e ao mesmo tempo escapar de sua rede. “Por último, o projeto de Baraya não é sobre a botânica: é, antes de mais nada, uma reflexão sobre o poder, o intento de controlar o mundo através do ato de nomeá-lo e classificá-lo”, completa.

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Paradjanov Fashion

Alexandre Herchcovitch faz coleção de inverno 2010 inspirada no cineasta cult Sergei Paradjanov, pra quem não conhece é um diretor russo de origem armênia, que faz umas composições históricas, é muito lindo… tudo é cheio de metáforas e os filmes tem um clima muito tenso, vc não consegue parar de assistir… dá muita ansiedade porque vc quer ver o que vai acontecer na próxima cena, e a estética é sempre absurda, com os objetos cheios de simbolismos… Vale a pena procurar um DVD pra assistir inteiro… (na LASERLAND). Um de seus filmes mais famosos é “A Cor da Romã”, de 1968. Paradjanov foi perseguido pelo regime soviético, depois de ter sido condenado a cinco anos de trabalhos forçados pelo teor de seus filmes, que não se encaixavam no Realismo Socialista, e só libertado por pressão da comunidade do cinema, em 1977. Paradjanov morreu em 1990.


ANTONIO MALUF

Ele Se formou no IAC, escola dos sonhos de pessoas que como eu amam Arte Concreta, foi Designer, fez cartazes *( da 1a. bienal de São Paulo), chic! Fez estampas finíssimas, e enfim… num processo abençoado ele fez o Mural da Vila Normanda… num exercício concretista absurdo ele desenvolveu 3 matrizes de silk- screen definindo 12 codigos entre si … e a articulação desses 12 códigos geram 192 … e aí, vamo contar?

Copão 1494Copão 1512

É realmente um labirinto fino, de composições perfeitas, de cores e geometria, em lajotas de cerâmicas esmaltadas de 30x15cm

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que completam os 1.500m do Mural, que fica naquele miolo, entre o Copam, o Edifício Itália e a Av. São Luis.

Copão 1575As fotos são minhas, é uma sequencia de 50 frames…vou fazer um stop motion e postar aqui, em breve!!!